Redes Sociais e Depressão

Redes Sociais e Depressão

tratamento de depressão com ketamina

Um estudo publicado na revista Lancet este ano relacionou um aumento de tempo nas redes sociais e na televisão aos sintomas de depressão. Com base em dados de 10 mil adolescentes de 14 anos, a pesquisa mostra que, entre os que passam mais de cinco horas por dia nas redes sociais, o percentual de pacientes com sintomas de depressão cresce 50% para meninas e 35% para meninos. A internet não é único fator de causa, ela se soma a outras questões, como famílias desestruturadas, histórico, baixa autoestima. Uma outra pesquisa do Departamento de Psiquiatria da Universidade de Montreal mostrou que os quadros de depressão relacionados ao uso das redes sociais, acontecem pelo fenômeno da comparação. Outro fator que pode ter relação são os algoritmos das redes sociais que costumam privilegiar os conteúdos que são semelhantes as buscas e perfis seguidos. Assim, se uma pessoa costuma pesquisar por depressão, mais conteúdos sobre o tema serão exibidos a ela.
Os dados da pesquisa são reforçados pelas notícias frequentes dos jornais, como o caso da influenciadora digital carioca, Alinne Araújo e o do humorista popular na internet, Whindesson Nunes.
O importante é estar sempre estar atento aos sinas e buscar ajuda imediata assim que os sintomas forem detectados.

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